sexta-feira, 24 de julho de 2009

Avaliação do portifólio

Bem, chegamos ao fim do curso e como nos foi pedido, devo fazer uma avaliação final sobre o blog/portifólio.

Confesso que a idéia, de inicio assustou um pouco, pois era um método completamente diferente do que já estávamos acostumados, e com tal oferecemos um pouco de resistência. Porém, no decorre do período fomos desenvolvendo e aprendendo novas habilidades em relação a essa nova ferramenta de avaliação.
Com o blog, buscamos elaboras reflexões acerca da temática abordada ao longo do curso, analisando e discutido sobre os textos que utilizamos no decorrer das aulas. A construção do portifólio não foi um processo muito fácil até pela falta de conhecimento desse ferramenta.
Mas acredito que contemplei os descritos elaborados no inicio do curso , apesar da dificuldade inicial, fomos evoluindo, como em qualquer aprendizagem e acrescento que a experiência foi válida, na medida em nos possibilita incluir em nossa formação o uso de novas tecnologias que se fazem presente nessa sociedade.
Senti falta, apenas, de uma mediação mais evidente em relação as produções realizadas no percurso, o que nos deixou um pouco desnorteados em relação à construção do protifólio.
Passado esse semestre e alguns contratempos, superei as dificuldades apresentadas inicialmente e atendi aos descritores exigidos.

Considerações Finais

Ao longo do curso, discutimos sobre como se da o processo de alfabetizaçao das crianças e como o professor deve atuar diante do aluno que está iniciando a construção do conhecimento de escrita e leitura.
É importante para quem vai atuar nessa área adquirir informações suficientes para conduzir seu aluno ao longo desse processo, pois é uma tarefa díficil que requer muito envolvimento e atenção do profissional que está envolvido nessa atividade.
Torna-se inprencindível que o docente saiba como desenvolver e elaborar um bom trabalho, explorando toda a criatividade e curiosidade da criança, saber desenvolver atividades que contribuam para a formação do aluno, ou seja,o docente não deve se prender em metodologias engessadas que dificultam o processo de aquisição do conhecimento realizado pela criança.
É preciso ter conhecimento sobre as dificuldades que irão aparecer, além de agir como facilitador e mediador do conhecimento construido pela criança, deixando-a destar suas possibilidades sem menosprezar suas hipótese. Não esquecendo que os 'erros' que aparecem ao longo do processo de aquisição da escrita deve funcionar como indicativo de como o aluno emprega suas hipóteses.
Mesmo estando no décimo período e já ter realizados disciplinas que abordaram esse tema, os textos utilizados no curso TAELP contribuiram para a nossa formação, na medida em serviram como norteadores sobre o processo de alfabetização trazendo informações muito relevantes a cerca da atuação docente.
Para terminar gostaria de postra um vídeo. Esse não se trata de alfabetização, mas sim de educação; é um vídeo que trata de educação tecnológica, mas que traz considerações pertinetes à todo tipo de educação.
O vídeo inicia com uma explicação sobre elefantes que pintam, eles obedecem a seus instrutores e fazem pinturas em tela que são vendidas para pessoas. Mas a comparação que gostaria de fazer, depois que assisti esse vídeo é que o professor não deve tratar seus alunos como 'animais adestrados' que realizam o que é pedido simplesmente.Ele deve fazer com seus alunos desenvolvem a capacidade critica, que saibam pensar e sejam sujeitos de sua aprendizagem, não ficando como mero receptor de informações fornecida pelo professor.
Assim, devemos formar alunos reflexivos e co-participativos do processo de ensino aprendizagem, seja na educação infantil ou de qualquer outro segmento.