terça-feira, 9 de junho de 2009

7ª aula 02-06-09

Demos sequência a leitura do texto da última aula. Esse texto trás considerações relevantes para a prática docente, pois aborda as diversas formas de se trabalhar com textos em turmas de alfabetização.
Como já foi dito em outras aulas, é fundamental criar o habito da leitura nos pequenos alunos, para que possam se apropriar das palavras. É interessante o professor explorar a leitura dialógica, fazendo indagações a cerca do que está lendo, trabalhando com a capacidade de interpretação da criança, pois o processo de ensino se dá através da interação.
O trabalho com texto na alfabetização facilita o entendimento da criança em relação a escrita e a leitura, pois a alfabetização vai além do aprendizado e da decodifição de letras e palavras. Ao utilizar textos, o docente dá mais sentido à escrita, porque demonstra que sempre se escreve para alguém, sempre há uma intencionalidade, além disso, mostra que o texto é o lugar de funcionamento da linguagem.
Na alfabetização, o docente pode utilizar textos curtos com apoio de imagens como música, poemas, adivinhações, etc.,pois são textos de fácil memorização e aos poucos a criança faz a correspondência entre o que ela decorou e o que está escrito.
Não podemos esquecer de desenvolver também o habito da escrita, mesmo que a criança não domine as formas ortográficas, ela vai testando suas possibilidades e hipóteses a cerca da formação das palavras.
Até a próxima aula..

domingo, 31 de maio de 2009

Avaliação Formativa

A avaliação é um tema recorrente quando se fala em educação , pois evoca dúvidas a medida em que envove realções de poder nos processo de ensino e aprendizado.
A todo momento se ouve falar na aprovação automática, em alunos que não sabem ler e escrever, e as pessoas se questionam: como esse alunos passaram de ano? Nessas situações, a avaliação fica reduzida, muita vezes, a um instrumento de segregação, de classificação dos que sabem e os que não sabem.
Mas há muitas maneira de avaliar o desenvovimento da aprendizagem e uma delas é a avaliação formativa. Esse tipo de avaliação auxilia o aluno a aprender e a se desevolver a medida em que otimiza a aprendizagem, facilita o desenvovimento da compreensão, pois orienta o trabalho do professor e do aluno, onde o educando tem a possibilidade de perceber tanto seu progesso quanto suas dificuldades e erros.
A avaliação formativa permite que o aluno e o docente possam atuar conjuntamente no processo de ensino e aprendizado na construção do conhecimento.

6ª aula -26/05/09


Durante a sexta aula, deveriámos dar continuidade as análise sobre o exercício reflexivo, porém devido a contratempos não houve a devolução dos trabalhos. Então, demos início a leitura do novo texto ' Contexto de alfabetização na aula' de Ana Maria Teberosky e Núria Ribeiro.


O texto traz à tona, mais uma vez, a questão do conhecimento prévio da criança, do capital cultural que o aluno traz quando chega na escola. As autoras tratam da questão da leitura e da percepção de leitura que criança tem, e isso decorre da riqueza de material didático presente no cotidiano, pois vivemos num mundo cercado de letras, onde eles percebem que os adultos fazem leituras a todo momento e por isso, a aprendizagem deve estar vinculada as práticas sociais.

Sendo assim, o professor deve facilitar o contato das crianças com diversos gêneros textuais, mostrando as diferenças de estrutura e forma de um texto como poema, música, receita entre outros. O aluno deve analisar e comparar os objetos e os elementos de um texto como letra maiúscula e minúscula, sinais de pontuação, as marcações, mas para isso o educando deve manusear diferentes portadores de textos como livros, jornal, revista, embalagem... desenvolvendo o hábito de folhear e manipular objetos de escrita, aguçando a curiosidade da criança em relação à escrita, pois as informações só se processam na interação dos contextos, por isso, a sala de aula deve estar contextualizada com a escrita.

Cabe ao docente planejar as situações de aprendizagem, estruturar um planejamento para trabalhar a oralidade, auxiliando no aprendizado da leitura.

Mas é importante lembra que o nível sócio-econômico da criança não interfere na sua capacidade cognitiva e o papel da escola é suprir a carência de objetos escritos que a criança não tem acesso, estabelecendo contado com livros e outros suportes textuais.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

5ª aula


Durante a 5ª aula o professor fez uma análise do texto Oralidade e ensino da língua materna, ressaltando os pontos mais relevantes,articulando com o exercício reflexivo. A turma demonstrou uma certa apreensão com a atividade, relutando um pouco em participar da analise, mas tudo correu tranquilamente.
O texto trata da atividade conversacinal e dos elementos que dela fazem parte, estabelece as diferenças entre a fala e a escrita e como elas se organizam. a conversação é organizada da seguinte forma, segundo Ventolla: tópico ou assunto, situação, papéis dos participantes, modo e meio; que geram sentido a atividade.Outro aspecto abordado no texto é a coesão e a coerência.
Esse dois últimos conceitos devem ser bem explorados pelo professor na alfebetização, onde podem ser feitos exercícios como a substituição de pronomes que auxiliará na produção de texto feito pelas crianças.
Compreender a oralidade e o desenvolvimento da língua materna é fundamental para a prática do professo alfabetizador, pois ele pode explorar a atividade conversacional da criança revelando aspectos existentes no texto falado, o que pode facilitar ainda mais o aprendizado da leitura e da escrita.

Até a próxima aula..

sábado, 23 de maio de 2009

Atividades de leitura e escrita na educação infantil

Só se aprende ler, lendo e só se aprende escrever, escrevendo. Na atividade da escrita, a criança escreve do jeito que ela sabe e o professor faz intervenções necessárias em relação à escrita do aluno. Essas atividades têm o objetivo de avançar na reflexão da Língua, aprender a letra a ser usada, e quantas letras usar, escrever textos com sentido, revisar ortografia e gramática. Pode ser desenvolvida com crianças entre 5 e 6 anos.

Atividade 1: leitura e escrita de Nomes próprios, pois este é um modelo estável de escrita.

Sugestão:
§ Jogos: bingo, dominó, caça-nomes, forca e lacunas com nomes;
§ Montar nomes com alfabeto móvel;
§ Lista com nome dos alunos para a chamada, deve ser lida diariamente: cada criança tem o nome escrito num pedaço de papel cartão (azul para os meninos e rosa para as meninas), primeiro a professora mostra a cor do cartão, depois mostra o nome para a turma, quando esse nome é identificado, a criança chamada pega o papel e coloca num espaço reservado para a chamada;
§ Classificar o nome dos alunos de acordo com: número de letras, de sílabas;
§ Identificar letras do próprio nome em embalagens e rótulos.

Atividade 2: leitura e escrita de listas – as listas são as primeiras formas expositivas de texto. O trabalho com listas favorece a aquisição da base alfabética, possibilita a reflexão entre as hipóteses de escrita do aluno e a escrita convencional das palavras, promovendo o conflito cognitivo.

Sugestão:
§ Listar as palavras dos textos trabalhados, classificando-os de acordo com: a primeira e última letra, numero de letras e de sílabas, vogais e consoantes.
§ Lista de nomes de animais, frutas, verdura, cores, plantas, brinquedos, etc.
§ Lista de nomes dos alunos da classe, dos professores ou dos funcionários da escola;

Atividade 3: leitura e escrita de trava-língua, parlenda, quadrinha, poema e canção de roda – esses são textos da cultura oral apropriados para trabalhar a aquisição da base alfabética e ortográfica. Por serem de fácil memorização, geram atividades que favorecem a percepção de que é preciso corresponder o falado ao escrito, além de brincar com o som, s forma ortográfica e o significado das palavras.

Sugestão: circular palavras repetida, as rimas, os sinais de pontuação, copiar palavras inteiras, pintar os espaços entre as palavras, contar o numero de letras ou palavras de uma frase, completar letras ou sílabas que faltam de algumas palavras do texto, classificar as palavras pelo som ou letra inicial.
me dos alunos de acordo com: n, deve ser lida diariamente:

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A História da escrita

Para nós que vamos trabalhar com alfabetização é preciso ser pesquisador. E acho interessante sabermos como se deu o processo de desenvolvimento da escrita ao longo dos tempos, pois a criança refaz todo o percuso feita pela humanidade no processo de elaboração da escrita. Tudo começou pelo desenho, utlizado para represetar acontecimentos, até chegar as letras que seriam a evolução,a codificação dos desenhos em algo mais complexo para estabelecer a comunicação.

Aula 4 - 12/05/09

A aula decorreu de maneira atípica, devido a turma não ter participado ativamente da construção da aula. Nós tínhamos o compromisso de ler o texto e debatê-lo com o nosso docente , entretanto não cumprimos o acordo e por isso,o professor adotou um novo método conosco.
Em meio a um clima tenso e com o intuito de fazer com que nos apropriássemos dos novos conceitos contidos no texto, o professo aplicou um exercício reflexivo, para ser respondido em duplas, onde analisamos os aspectos mais relevantes a respeito da Oralidade e escrita para o ensino de língua materna.
Essa atividade se estenderá pois, nossas percepções a cerca do tema serão analisadas por nossos colegas e posteriormente refeitas, se preciso.